Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de março, 2007

Projeto resgata auto-estima de alunos

Iniciativa da marca Dove, o projeto Real Beleza desenvolve ateliês em escolas públicas de São Paulo com o objetivo de apagar estereótipos LUANDA NERA, luanda.nera@grupoestado.com.br Nove entre 10 mulheres em todo o mundo não estão satisfeitas com sua aparência. Dois terços delas já deixaram de participar de alguma atividade profissional ou social por se sentirem inseguras fisicamente. E somente 2% das meninas e adultas do Planeta se consideram belas. Os números ajudam a compor o retrato da percepção das mulheres sobre si mesmas e fazem parte de duas pesquisas realizadas pela marca Dove, da Unilever, em 2004 e 2005. Os resultados levaram à formatação de uma iniciativa mundial, o Programa Dove pela Auto-Estima. Entre as diversas ações do programa está o Projeto Real Beleza, que começou a ser implantado no início do ano em 6 escolas públicas do Estado de São Paulo. O objetivo principal é fortalecer a auto-estima de crianças e adolescentes - meninos e meninas - ao provocar discussões so

Déficit de atenção e alcoolismo

28/03/2007 Agência FAPESP - A associação entre transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) e alcoolismo, que tem sido objeto de discussão há tempos, foi destacada por dois novos estudos feitos nos Estados Unidos. Os autores das pesquisas afirmam que o TDAH representa um fator de risco para problemas com uso de bebidas alcóolicas, que começariam por volta dos 15 anos. Os resultados apontam que fatores como pais alcóolatras ou estresse familiar podem facilitar o desenvolvimento do problema. Os estudos estão publicados na edição de abril do periódico Alcoholism: Clinical & Experimental Research . “Crianças com TDAH têm maior risco de desenvolver alcoolismo devido a sua impulsividade e distração, bem como por conta de outros fatores que costumam acompanhar o transtorno, como baixo aproveitamento escolar e problemas de comportamento”

Educadores enfrentam os desafios da educação especial

27/03/2007 16h16 O diagnóstico do aluno portador de deficiência, as formas de avaliação desse aluno, como colocá-lo no Censo Escolar e como conciliar o atendimento em escola comum com o atendimento em escola especializada foram algumas questões discutidas no curso de formação de tutores para o atendimento educacional especializado, iniciado na segunda-feira, 26, na Academia de Tênis, em Brasília. Para a secretária municipal de Educação de Três Corações (MG), Terezinha da Consolação Teixeira, que participou da palestra Atendimento Educacional Especializado: fundamentos legais e educacionais, o diagnóstico do aluno com deficiência deve ser interdisciplinar. Segundo ela, é preciso eliminar as barreiras provocadas pela deficiência do aluno nos ambientes escolares e sociais em geral. A inclusão do portador de deficiência na escola comum faz parte de um processo mais amplo, que é a vivência da cidadania. “É impressionante como os demais alunos se organizam para conviver com o colega com d

Criança que fica em creche é mais agressiva, diz estudo

Pesquisa mostra que crianças que ficaram muito tempo em creches tinham problemas de comportamento como desobediência e agressividade LONDRES - Um estudo divulgado nesta segunda-feira, 26, nos Estados Unidos afirma que quanto maior o tempo que uma criança passa em uma creche, antes mesmo de entrar no jardim de infância, maior a probabilidade de a criança ter problemas com comportamento agressivo na escola. A conclusão é da pesquisa publicada na revista Child Development e realizada pelo Instituto Nacional de Saúde Infantil e Desenvolvimento Humano dos Estados Unidos. O professor de psicologia da Universidade Birbeck de Londres Jay Belsky, diretor do Instituto para Estudo de Crianças, Famílias e Questões Sociais, foi um dos autores da pesquisa. O estudo analisou 1364 crianças americanas desde o nascimento em 1991 em dez lugares diferentes dos Estados Unidos. Elas foram acompanhadas até os 54 meses de idade. Os professores destas crianças - quando elas atingiam os 1

Professor que faz cursos não melhora aprendizado

Docentes que estiveram em programa de capacitação não conseguiram que seus alunos tivessem melhor desempenho no Saeb, diz pesquisa Simone Iwasso É consenso que o professor precisa estar atualizado para ampliar conhecimentos e aperfeiçoar práticas pedagógicas. É recomendável que a instituição para a qual ele trabalha estimule e, de preferência, forneça oportunidades para isso. No entanto, quando se trata do ensino público, e dos cursos de capacitação oferecidos aos professores dessas redes, a constatação é que eles não estão fazendo diferença no desempenho dos alunos, apesar de geralmente serem divulgados como uma das iniciativas para melhorar o ensino. O fato aparece no estudo Determinantes do Desempenho Escolar do Brasil, adiantado ontem pelo Estado e que será apresentado hoje no seminário Remuneração, Gestão e Qualidade da Educação, organizado pela Fundação Lemann, pelo Instituto Futuro Brasil e pelo Ibmec São Paulo. “Esses cursos de capacitação não têm influência. Pelos resu

Boa gestão, e não orçamento maior, determina boas notas

Diretores de unidades que perseguem metas e monitoram cumprimento de aulas melhoram desempenho escolar Simone Iwasso Gerenciar bem os recursos na escola faz mais diferença para um bom desempenho dos estudantes do que apenas investir muito dinheiro. A afirmação, óbvia para economistas e administradores, mas ainda tabu no setor pedagógico por envolver conceitos como metas, objetivos, avaliações e resultados, é uma das principais conclusões de um estudo inédito feito a partir de dados do Sistema Nacional da Avaliação Básica (Saeb) e da Prova Brasil, aplicados pelo Ministério da Educação. “O cruzamento mostra que não há relação direta entre os recursos e a nota dos alunos”, explica o economista Naércio Menezes Filho, autor da pesquisa “Determinantes do Desempenho Escolar do Brasil”, obtida com exclusividade pelo Estado e que será apresentada amanhã em evento em São Paulo. Um exemplo dessa constatação é o caso de municípios que gastaram quase R$ 1 mil por aluno ao ano e tiveram estu

Universidade Aberta deve atender todos os professores da educação básica

Universia, 23/03/2007 O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse nesta quarta-feira, 21, que pretende vincular todos os professores da educação básica à Universidade Aberta do Brasil (UAB). "Nosso objetivo é, num menor prazo possível, vincular cada um dos mais de 1,8 milhão de professores a um pólo da UAB", afirmou. A declaração foi feita na abertura do 2º Encontro de Coordenadores do Sistema UAB, no auditório do MEC. Segundo o ministro, a expectativa é que todos os educadores do ensino básico sejam permanentemente estudantes universitários, seja na graduação ou na pós-graduação. "A formação permanente e continuada é uma exigência do processo de ensino-aprendizagem", declarou. Atualmente, 42% dos professores da educação básica não têm a formação inicial exigida pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação. A proposta apresentada por Haddad é uma das que constam no Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), apresentado na semana passada a educadores de to

Carta aos pais

Rubem Alves, educador, escritor, psicanalista e professor emérito da Unicamp. Também sou pai e portanto compreendo. Vocês querem o melhor para o filho, para a filha. A melhor escola, os melhores professores, os melhores colegas. Vocês querem que filhos e filhas fiquem bem preparados para a vida. A vida é dura e só sobrevivem os mais aptos. É preciso ter uma boa educação. Compreendo, portanto, que vocês tenham torcido o nariz ao saber que a escola ia adotar uma política estranha: colocar crianças deficientes nas mesmas classes das crianças normais. Os seus narizes torcidos disseram o seguinte: Não gostamos. Não deveria ser assim! O problema começa com o fato de as crianças deficientes serem fisicamente diferentes das outras, chegando mesmo, por vezes, a ter uma aparência esquisita. E isso cria, de saída, um mal-estar... digamos... estético. Vê-las não é uma experiência agradável. É preciso se acostumar... Para complicar há o fato de as crianças deficientes serem mais lerdas: elas aprend

Estudantes serão avaliados pelo governo federal desde os 6 anos

Plano de Desenvolvimento da Educação, apresentado ontem, tem seu principal foco no nível básico de ensino Lisandra Paraguassú, BRASÍLIA Passados quatro anos do primeiro mandato, tempo em que três ministros ocuparam a Pasta da Educação, o governo federal apresentou ontem o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). O projeto ambiciona estabelecer sistemas de definição de metas, de avaliação e de cobrança de resultados nas escolas de todo o País. Da Provinha Brasil - uma avaliação que incluirá estudantes a partir dos 6 anos de idade para descobrir se estão aprendendo e, afinal, alfabetizados - à ampliação do Bolsa-Família para incluir jovens de 16 e 17 anos, todas as ações passam pela idéia de aumentar o alcance e o resultado do sistema educacional, investindo dinheiro e recursos técnicos para tirar a educação do “pior dos mundos”, conforme definiu o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao apresentar o plano para uma platéia de educadores. Estão previstos R$ 8 bilhões em

O problema das creches

A Prefeitura, que tem tomado medidas importantes para melhorar o ensino da rede municipal, deveria voltar agora a sua atenção para o velho problema do déficit de vagas nas creches, que vem se agravando, como mostrou reportagem do JT. Na periferia, dezenas de milhares de crianças estão sendo duplamente prejudicadas: primeiro, porque não conseguem vagas nas creches públicas, os Centros de Educação Infantil (Ceis); segundo, porque depois, dos 4 aos 7 anos, enfrentam dificuldade no acesso às Escolas Municipais de Educação Infantil (Emeis), que dão prioridade às crianças que freqüentam os Ceis. Muitas têm então de esperar até os 7 anos para finalmente entrar numa Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef), onde chegam em desvantagem com relação às que passaram antes pelas creches e as Emeis. A reportagem levantou vários casos de crianças nessa situação. Uma das mães ouvidas, que não conseguiu vaga para seu filho em creche, resume bem a situação, ao compará-la com um jogo: 'Se você te

Desastre na educação

Folha OnLine 15 de março de 2.007 O tucanato paulista está em pé de guerra. Diferentes alas do partido tentam empurrar para a rival a culpa pelo ocaso da educação no Estado de São Paulo. O ex-ministro e hoje deputado federal, Paulo Renato Souza, ataca a falta de continuidade nas políticas educacionais e lança algumas farpas sobre a ex-secretária estadual Rose Neubauer. Rose critica sem meias palavras seu sucessor, Gabriel Chalita. E Gabriel culpa mais ou menos a todos, inclusive pais de alunos. A atual secretária, Maria Lucia Marcondes Carvalho Vasconcelos, que não tinha entrado na história, preferiu acusar a periodicidade do sistema de ciclos e determinou sua redução de quatro para dois anos. O péssimo desempenho dos estudantes paulistas é uma responsabilidade à qual o PSDB não tem como furtar-se. Nossos piciformes líderes administram o Estado desde 1995 (duas gestões de Mário Covas e uma de Geraldo Alckmin) e seguirão no comando (através de José Serra) pelo menos até 2010. Desta vez,

Educadores opinam sobre plano

Reunião entre especialistas em Educação e ministros ocorre na próxima quinta-feira BARTIRA BETINI, bartira.betini@grupoestado.com.br A primeira reunião do ministro da Educação, Fernando Haddad, e educadores para discutir o Pacote para Desenvolvimento da Educação já está marcada: será na próxima quinta-feira, dia 15. A informação é do educador Mozart Neves Ramos, diretor-executivo da ONG Todos pela Educação e membro do Conselho Nacional de Educação (CNE), um dos convidados. 'O ministro me telefonou na quinta-feira e, claro, estarei presente. Será uma oportunidade de conhecer todos os pontos do pacote, não só apenas o que foi mostrado pela imprensa. Além disso, vou poder opinar.' Mozart concorda com as medidas para a Educação básica apresentadas até agora. O plano prevê a criação do Índice de Desenvolvimento da Educação Brasileira, no qual cada município e Estado receberá uma nota, de 0 a 10. Esse índice reunirá os resultados da Prova Brasil e do Censo Escolar. E também di

Entidades lançam guia para orientar consumidores mirins

Criança é cliente mais vulnerável de todos, diz representante da Abrinq Valéria França Toda criança é um consumidor em potencial e como tal pode reclamar seus direitos. Foi pensando nisso que o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) convocou um grupo de 15 crianças, de 11 a 14 anos, para discutir o tema. O bate-papo informal transformou-se num relato de histórias saborosas e ilustrativas, que hoje estão no guia Essa Turma Ninguém Passa para Trás - organizado pelo Idec, Fundação Abrinq e Criança Segura, ONG especializada na prevenção de acidentes. Seu lançamento está marcado para sexta-feira. O guia do consumidor mirim é uma novidade por se tratar da primeira publicação do gênero a usar uma linguagem simples, interessante e lúdica para esclarecer as leis do consumidor para um público bem específico. Em muitos trechos, o diálogo das crianças aparece de forma direta como nos livros infantis. Para arrematar, a edição é recheada de ilustrações assinadas pela italiana Mi

Alunos de Escola Estadual do interior usam ferramentas da internet para vivenciar o mundo da tecnologia

Uso da internet pretende estimular pesquisas e produção de materiais de comunicação que dêem, aos estudantes, a chance de comparar diferentes realidades Tudo começou no segundo semestre do ano passado, quando a Escola Estadual Prof. Carlos Nobre Rosa , em Jaboticabal, no interior do Estado, deu início ao projeto “Odisséia Digital: O Projeto!”. A meta era propiciar ao aluno a oportunidade de adquirir cultura tecnológica, entender a natureza, o comportamento, o poder da tecnologia e as conseqüências produzidas por ela, e a partir daí, poder agir socialmente. Com base nas orientações recebidas da oficina pedagógica e dos cursos da Teia do Saber , a professora Elizabeth Pillegi e a equipe de gestão da escola elaboraram, junto com os alunos da segunda série do ensino fundamental, um Blog intitulado “ Galerinha do Nobre Rosa” , transformado depois em Jornal Virtual de Novidades. Nele são publicadas entrevistas, fotos, depoimen

Estado prepara avaliações mais rígidas

Entrevista Maria Lúcia Vasconcelos, secretária estadual de Educação Mudanças em provas internas bimestrais vão ocorrer em 2008, junto com definição de currículo mínimo para cada série Emilio Sant'Anna Mesmo sob críticas de educadores e representantes do sindicato dos professores (Apeoesp), a secretária estadual de Educação Maria Lúcia Vasconcelos disse ontem em entrevista ao Estado que as mudanças no ciclo de progressão continuada devem ser implantadas em 2008. E adianta que essa não será a única alteração nas 5.306 escolas paulistas para o próximo ano. De acordo com Maria Lúcia, outras mudanças estão previstas, como a definição de um currículo mínimo para cada série e regras mais rígidas para avaliações internas bimestrais. Por que mudar os ciclos de progressão continuada? Tive reuniões com muitos setores da educação e uma das questões permanentes era a necessidade de se rever a progressão continuada. Isso veio para mim como um anseio dos próprios professores e diretores.

Mãe, costureira e incentivadora de leitura

Todo sábado, Telma recebe cerca de 15 crianças em sua casa para rodas de leitura, não faltando obras de Jorge Amado, Gonçalves Dias e Manuel Bandeira MARIA REHDER, maria.rehder@grupoestado.com.br As tardes de sábado são sagradas para a costureira Telma Evangelista, 39 anos, que reúne mais de 15 crianças na sua casa de dois cômodos no Jardim Nordeste, periferia da Zona Leste, para os encontros do clubinho de leitura, intitulado por ela 'Um brilho no olhar'. Mãe de 5 filhos, Telma se esforça para arrecadar na vizinhança folhas de sulfite usadas, cujos os versos são reaproveitados para que as crianças do clubinho possam escrever textos e poemas. Já aquelas que ainda não sabem ler e escrever, aproveitam as folhas para representar, por meio de desenhos, as histórias ali contadas. 'Quando decidi criar o clubinho, no início do ano, fui de casa em casa na rua, os pais gostaram da idéia, mas ressaltaram: só não temos dinheiro nenhum para dar.' Telma, além do grupo fixo, a

Governador defende 'memorex' e prova

Serra é a favor de avaliação e da volta de métodos 'fora de moda' Ricardo Westin e Luciana Constantino O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), ao comentar ontem a qualidade do ensino no Estado, defendeu a volta de procedimentos que para ele “saíram de moda”, como as “provinhas” para acompanhar o desempenho pedagógico dos estudantes e a memorização de tabuadas. Serra citou ações adotadas pelo governo para tentar melhorar o quadro. Entre elas estão a implantação de dois professores por sala de aula da 1ª série do ensino fundamental, o chamado programa Bolsa Formação, e mudanças na avaliação. Em recente estudo do Ministério da Educação, São Paulo acompanhou a tendência nacional de queda nas médias obtidas por alunos do ensino fundamental no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) entre 1995 e 2005. Um exemplo disso é que a média dos alunos de 8ª série da rede estadual de São Paulo na prova de língua portuguesa foi de 228,4 pontos em 2005, enquanto havia ficado

“O momento atual é interessante porque põe a escola em crise”

Segundo Emilia Ferreiro, as mudanças tecnológicas e sociais trouxeram maiores exigências ao trabalho de alfabetização Márcio Ferrari Leia abaixo a íntegra da entrevista concedida pela psicolingüista argentina Emilia Ferreiro a NOVA ESCOLA em outubro de 2006. Emilia esteve em São Paulo para participar do 1o Seminário Victor Civita de Educação. Aqui ela avalia as mudanças ocorridas nas práticas de leitura e escrita nas últimas décadas, como conseqüência sobretudo das inovações tecnológicas no campo da informática. . Como se alteraram as concepções de alfabetização nestes quase 30 anos desde que foi publicado seu livro Psicogênese da Língua Escrita? Mudou a concepção social do alfabetizado. O que se requer de uma pessoa alfabetizada hoje em dia é bem diferente do que em meados do século 20. Não é mais suficiente saber assinar o nome e conseguir ler instruções simples, como era na época da Segunda Guerra Mundial. Do ponto de vi

Alfabetização e cultura escrita

Denise Pelegrini Foto Daniel Aratangy "Quem alfabetiza com textos variados prepara melhor para a internet" D esde os anos 1980, não é possível tratar de alfabetização sem falar de Emilia Ferreiro. A psicolingüista argentina, discípula de Jean Piaget, revolucionou o conhecimento que se tinha sobre a aquisição da leitura e da escrita quando lançou, com Ana Teberosky, o livro Psicogênese da L

Lista de blogs relacionados