Quarta-feira, 15 de julho de 2009 - 11:26 Manaus — O estado de São Paulo contava, no ano passado, com mais de dois mil professores de engenharia. Realidade bem diferente vivia o Amazonas, que registrava apenas 36. Tocantins, Roraima e Rondônia não tinham nenhum. Para mudar esse quadro, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) estuda formas de impulsionar a criação de cursos. “Engenharia é um curso caro. As universidades públicas não têm fôlego para atender à demanda”, disse o presidente da Capes, Jorge Guimarães, na terça-feira, dia 14, na 61ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Manaus. Levantamento feito em universidades particulares e comunitárias tenta encontrar uma maneira de financiar os cursos. Segundo Guimarães, empresas, como a Petrobras podem contribuir com programas de bolsas para engenheiros. “A Petrobras ganharia muito se realiza...
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