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Mostrando postagens com o rótulo analfabetismo

SAEB - Inep inicia pesquisa sobre alfabetização no Brasil

Consulta a professoras busca consenso nacional sobre ‘o que é um estudante alfabetizado’. Dados vão subsidiar política de combate ao analfabetismo. Quais os parâmetros para estabelecer que um estudante é alfabetizado? Que habilidades uma criança precisa dominar para ser caracterizada como tal? Como medir o nível de alfabetização no Brasil de maneira padronizada? É em busca destas respostas que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) aplica, a partir deste sábado, 15 de abril, a pesquisa Alfabetiza Brasil, que deve dar suporte a políticas do Ministério da Educação (MEC) para combater o analfabetismo escolar.

País tem 14,6 milhões de analfabetos, aponta Censo

G1: O Censo 2010 divulgado nesta sexta-feira (29) pelo IBGE apontou que o país tem 14.612.183 de analfabetos entre mais de 162 milhões de brasileiros com mais de dez anos de idade, o que representa 9,02% da população a partir desta faixa etária. Destes, 9,4 milhões de pessoas que não sabem ler nem escrever vivem em áreas urbanas e 5,2 moram em zonas rurais. O Nordeste apresentou a maior taxa de analfabetismo, com 17,6% da população com mais de dez anos de idade. No Norte, o índice registrado foi de 10,6%. No Centro-Oeste, o analfabetismo atinge 6,6% da população, segundo o Censo 2010.  No Sudeste, o índice é de 5,1%. No Sul, a taxa de analfabetismo registrada foi de 4,7%, a menor do país. Entre os estados, o maior índice de analfabetismo foi registrado em Alagoas, com 22,52% da população acima de dez anos de idade. Em seguida aparecem Piauí (21,14%) e Paraíba (20,20%). O menor índice é do Distrito Federal (3,25%), seguido por Santa Catarina (3,86%), Rio de Janeiro e São Paulo (...

Brasil tem 11,5% de crianças analfabetas, aponta IBGE

Apesar dos avanços, o Brasil ainda tem 11,5% das crianças de oito e nove anos analfabetas. Este percentual já foi bem maior (47% em 1982), mas, na atual década, vem caindo em ritmo mais lento, segundo a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE. De 2001 a 2007, a redução foi de apenas 2,5 pontos. Uma criança não alfabetizada com mais de oito anos de idade apresenta dificuldades não apenas em português, mas em todas as outras disciplinas, já que sua capacidade de compreender textos é limitada. É normal que, a medida que um indicador melhore, seu ritmo de queda reduza. O problema é que, se continuar caindo na mesma velocidade de 2001 a 2007, o Brasil dificilmente cumprirá a meta de ter até 2022 toda criança plenamente alfabetizada aos oito anos de idade, estipulada pelo movimento Todos Pela Educação. A situação é mais grave no Nordeste (23% de crianças analfabetas), especialmente no Maranhão (38%), Alagoas (29%) e Piauí (27%). O dado do IBGE, porém, não dá um di...

Qual é o maior problema do Brasil?

Uma pesquisa exclusiva, feita pela ONU, revela que, por trás de todas as preocupações da sociedade, está uma carência fundamental: faltam valores e caráter O que precisa mudar no Brasil para sua vida melhorar de verdade? Essa pergunta foi lançada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento no Brasil (Pnud) e respondida por cerca de 500 mil brasileiros nos últimos seis meses. O número de participantes, por si só, surpreendente para uma pesquisa de opinião, é um indício de que a pesquisa fez algo de notável. Outras pesquisas do gênero costumam ouvir até 2 mil pessoas. O feito do Pnud é pioneiro não só no Brasil, mas em todos os países do sistema ONU. Ele foi possível porque universidades e empresas como Natura e TIM – além de ÉPOCA – se mobilizaram para chamar as pessoas a entrar no site da campanha Brasil Ponto a Ponto, onde a pergunta podia ser respondida pelo público. A campanha também envolveu sete audiências públicas e uma abordagem direta nas ruas em cidades gravemen...

Escolas em áreas violentas têm piores resultados nos provões, diz secretária

Cláudia Costin explicou que não há diferença acentuada entre as regiões. Segundo as contas da Prefeitura do Rio, faltam mais de 5 mil professores. Ronaldo Pelli Do G1, no Rio Durante a posse dos novos 1.145 professores para a rede municipal de ensino , a secretária de Educação do Rio, Cláudia Costin, comentou os resultados das provas que avaliaram o desempenho dos alunos na compreensão da leitura e para diagnosticar os que precisam de reforço escolar. Para Costin, os piores resultados ficaram nas 150 escolas localizadas em área de risco, que integram o projeto da prefeitura chamado "Escola do amanhã". “(Nas Escolas do Amanhã) os números são piores. Eu não tenho eles aqui comigo, mas tive a curiosidade de olhar e, como era previsível, os números são piores. Tanto de reforço, como de analfabetismo funcional.” No pro...

Prefeitura do Rio de Janeiro promete realfabetizar 25 mil alunos

Duzentos e dez mil alunos fizeram a prova, que reprovou 14%. Educadores avaliam por que estudantes não aprendem nas salas de aula. Do G1, com informações do Jornal Nacional A Prefeitura do Rio promete os 25 mil alunos que foram considerados analfabetos funcionais no provão que avalia a capacidade de leitura de alunos dos quarto, quinto e sexto anos da rede municipal. Duzentos e dez mil alunos fizeram a prova, que reprovou 14%. Visite o site do Jornal Nacional “Eu esperava um resultado com problemas, mas superou as minhas expectativas negativas”, falou a secretária de Educação do Rio, Cláudia Coutinho. Segundo o IBGE, em todo o país, os brasileiros que não compreendem o que leem somam um quinto da população com mais de quinze anos de idade. Por que não aprendem? Por que um aluno que frequenta a sala de...

Volta à escola é chance de nova vida para adultos

Segundo IBGE, em Minas Gerais há 1,8 milhão de analfabetos. Dos que têm mais de 40 anos, 16% não sabem ler nem escrever. Do G1, com informações do Bom Dia Minas Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) mostram que em Minas Gerais há 1,8 milhão de pessoas que não sabem ler nem escrever. Mas para quem tem mais de 40 anos, a oportunidade de voltar para a escola pode significar a chance de uma vida diferente. Veja o site do Bom Dia Minas A vida escolar de muitos dos alunos que voltam a estudar havia sido interrompida antes da hora. As histórias são diferentes, mas o motivo que levou a maioria a abandonar a escola é o mesmo: a necessidade de trabalhar e ajudar no sustento da família. PARA LER MAIS NO G1

Escolas recorrem às artes para eliminar analfabetismo funcional

Encontro no Rio apresentará experiências inovadoras no ensino usadas em vários países Márcia Vieira As técnicas são criativas e, a olhos mais conservadores, podem parecer experimentais demais. Existe na Itália uma escola onde crianças de quatro anos criam por conta própria as regras de um jogo com base em elementos estipulados pelo professor. Neles, expressam o que aprenderam por meio de pintura e dança. Em Portugal, os melhores resultados do ensino fundamental vêm de uma escola sem paredes, sem séries definidas. Um lugar onde os alunos participam da discussão do que vão aprender naquele ano e decidem quando estão prontos para serem testados. Nos EUA, jovens e adultos, semi-analfabetos, aperfeiçoam a leitura e a escrita embalados por poemas. Esses e outros modelos criados em Portugal, Itália, EUA, Cuba e Brasil serão discutidos no 1º Encontro Internacional de Arte e Analfabetismo Funcional, que começa hoje no Palácio Gustavo Capanema, no Rio. Organizado pelo Casa Daros, centro d...

Analfabetismo cai, mas País está atrás da Bolívia, aponta Pnad

Em 2007, havia 14,1 milhões de analfabetos com 15 anos ou mais, o que equivale a 10% dessa faixa da população JACQUELINE FARID - Agencia Estado RIO - A taxa de analfabetismo prosseguiu na trajetória de queda no País em 2007, mas o Brasil ainda está atrás de países como Bolívia e Paraguai nesse indicador, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), relativa ao ano passado, divulgada nesta quinta pelo IBGE. Em 2007, havia 14,1 milhões de analfabetos com 15 anos ou mais de idade no País, com taxa de analfabetismo de 10%, ante 10,4% em 2006. Em 1992, a taxa era de 17,2%. Veja também: Mercado de trabalho melhora em 2007, mas abaixo dos anos 90 Presença de internet e telefone cresce no País, mostra Pnad Contribuintes da Previdência já superam 50% dos trabalhadores Desigualdade na renda tem maior queda desde 1990, diz Pnad Presença de internet e telefone cresce no País, revela Pnad Apesar do novo recuo apurado na taxa no ano pas...

Desafio para vencer analfabetismo é garantir a continuidade na escola

Amanda Cieglinski, Agência Brasil BRASÍLIA - Um dos principais desafios para reduzir as taxas de analfabetismo é garantir a permanência e a continuidade dos estudos de quem foi alfabetizado. Segundo a professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e especialista em educação de jovens e adultos, Cláudia Vóvio, os índices de evasão nessas turmas chega a 20%. - O desafio é assegurar a educação a esse grupo que tem tantas especificidades, que estão nos mais diferentes cantos do país, com condições sociais, de renda e de família tão diferentes. É preciso criar programas educativos que façam essas pessoas permanecer estudando. É um público que tem uma ligação muito tênue com a educação, ela ocupa um espaço menor na vida dessas pessoas - ressalta. A professora Ana Cristina Araújo confirma a realidade. Há quatro anos, ela alfabetiza adultos em uma escola pública da cidade de Santa Maria, no entorno de Brasília. - Tem dia que vem muito aluno, outros vem menos. A caminhada é longa e ...

ONG: Brasil é 3º em analfabetismo na América Latina

O Brasil é o terceiro país em índice de analfabetismo da América Latina, atrás apenas do Haiti e da Guatemala, segundo um relatório divulgado pela ONG Alfalit. De acordo com a ONG, os níveis de analfabetismo no País chegam a 11,4%, contra os 41,7% do Haiti e 30,9% da Guatemala. » Taxa de analfabetos no Nordeste é alarmante » NE: analfabetismo cai entre mulheres » Analfabetismo é maior entre jovens de 15 a 29 anos Entre os países com menor porcentagem de pessoas que não sabem ler estão Chile, Argentina e Uruguai. "No Chile há dois milhões de pessoas que não sabem ler, número que significa 4,3% da população, antecedido por Uruguai (4%) e Argentina (2,8%)", disse David Forsberg, diretor internacional da Alfalit. Segundo Forsberg, no mundo existem 800 milhões de analfabetos, dos quais 34 milhões pertencem à América Latina. Fundada em 1962, a Alfalit é uma organização cristã com sedes no Caribe, América Latina, América Central e em alguns países da África. A instituiç...

Só 3,2% dos analfabetos do país estudam

NTÔNIO GOIS da Folha de S.Paulo , no Rio LUCIANA CONSTANTINO da Folha de S.Paulo , em Brasília Nos últimos 25 anos, o Brasil fez a transição da ditadura militar para a democracia e teve seis presidentes. Todos, com maior ou menor ênfase, tentaram atacar o problema do analfabetismo adulto. Todos fracassaram no mesmo ponto: não conseguiram atrair os analfabetos para a sala de aula. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE tabulados pela Folha mostram que o percentual de analfabetos que freqüentam escola ou curso de alfabetização variou de um percentual de apenas 1,0% em 1981 a uma proporção igualmente ínfima de 3,2% em 2005. O Brasil tem, segundo os dados do IBGE, 14,6 milhões de pessoas com mais de 15 anos que não sabem ler nem escrever, o que dá 11% da população adulta. Um dos motivos que explicam a dificuldade de trazer essa população para a sala de aula é o fato de mais de um terço dela (38% do total) ter mais de 60 anos. Esse grupo, segundo o MEC, é o que menos p...

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