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Mostrando postagens com o rótulo Magistério

País forma cada vez menos professores

FÁBIO TAKAHASHI da Folha de S.Paulo ANGELA PINHO da Folha de S.Paulo , em Brasília Apesar da carência por professores de 5ª a 8ª série e ensino médio, o país sofreu pelo segundo ano consecutivo uma queda no número de universitários formados em cursos voltados a disciplinas específicas do magistério. Em 2007, 70.507 pessoas formaram-se nessa área, 4,5% a menos que em 2006 e 9,3% a menos que em 2005, de acordo com o Censo do Ensino Superior, divulgado ontem pelo Ministério da Educação. As maiores quedas de 2006 para 2007, entre as disciplinas obrigatórias, ocorreram em letras (-10%), geografia (-9%), química (-7%) e filosofia (-5%). O dado apenas faz agravar uma situação que já é preocupante. Um estudo do próprio MEC aponta que há 300 mil pessoas dando aulas no país em áreas diferentes dais quais se formaram. Exemplo: matemático que trabalha como professor de física ou historiador que dá aula de geografia. Baixos salários Pesquisadores da área de educação afirmam que ...

48 anos de magistério: Oralina é a mais antiga professora em ação na rede estadual

Por todo este tempo concentrou-se em ensinar Língua Portuguesa Com 48 anos de magistério, Oralina Lopes Del Vecchio é a professora há mais tempo em exercício na rede estadual de São Paulo. Em novembro deste ano, ao completar 70 anos de idade, conforme a legislação federal, terá aposentadoria compulsória. Mas, quando confrontada com a idéia de parar, responde rápido: "Se pudesse, começaria tudo de novo". Oralina é professora de Língua Portuguesa de Educação Básica da escola estadual Silva Jardim, no Tucuruvi, zona norte da cidade de São Paulo. “O fato que me faz permanecer até hoje no magistério e ainda querer continuar é o prazer de transmitir o conhecimento que me foi legado”, afirma. Com memória aguçada, Oralina lembra detalhes do dia 16 de fevereiro de 1960, quando tudo começou: "Foi na escola estadual do Bairro dos Pires, zona rural do município de Joanópolis, onde o acesso era feito a cavalo, de ...

Piso nacional dos professores custará caro a muitas cidades

Além de estabelecer o piso, lei reserva pelo menos 33% da jornada dos professores para atividades extra-classe Sérgio Gobetti, de O Estado de S. Paulo BRASÍLIA - A lei que institui o piso salarial do magistério, sancionada na quarta-feira, 16, pelo presidente Lula, terá um custo alto para os cofres municipais e de alguns Estados mais pobres do País, onde muitos professores sobrevivem com salário mínimo. Cálculos apresentados pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) prevêem um gasto adicional de, no mínimo, R$ 1,8 bilhão para as prefeituras. Nos Estados o impacto ainda é desconhecido, mas também deve ser elevado, pois professores estaduais também têm salários baixos. Além de estabelecer o piso, a nova lei obriga os governos estaduais e municipais a reservarem pelo menos 33% da jornada de seus professores para atividades extra-classe. Ou seja, professores com jornada de 30 horas só podem dar 20 horas semanais de aula. As 10 horas restantes devem ser dedicadas ao planejamento das au...

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