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SP Resolução SE nº 21/2010 de 17/02/2010 - Docentes em oficinas pedagógicas e em posto de trabalho de PCP

D.O. 18/02/2010 pg. 13 | Seção I
Dispõe sobre o exercício de docentes em Oficinas Pedagógicas e em posto de trabalho de Professor Coordenador, e dá providências correlatas

O Secretário da Educação, à vista do que lhe representou o Dirigente do Departamento de Recursos Humanos e considerando a necessidade de estabelecer diretrizes para o cumprimento do disposto na Lei Complementar 1.093, de 16-07-2009, Resolve:

Artigo 1º - Os docentes temporários que não obtiveram os índices mínimos de aprovação fixados no processo de avaliação previsto no artigo 2º da Resolução SE 91, de 8 de dezembro de 2009, não poderão ser designados para exercício nas Oficinas Pedagógicas das Diretorias de Ensino ou no posto de trabalho de Professor Coordenador.

Artigo 2º - para os docentes abrangidos pelo disposto no § 2º do artigo 2º da Lei Complementar 1.010, de 1º de junho de 2007, o aproveitamento de, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) na prova objetiva do concurso público de provas e títulos a ser realizado pela Secretaria de Estado da Educação em 2010 ou na prova de promoção de que trata a Lei Complementar 1.097, de 27-10-2009, poderá ser considerado como de participação e aprovação na prova do processo seletivo de que trata o artigo 1º desta resolução.

Artigo 3º - Os docentes que se encontram designados nas Oficinas Pedagógicas das Diretorias de Ensino ou no posto de trabalho de Professor Coordenador e que não alcançarem os índices de pontuação fixados no artigo 2º da Resolução SE 91/2009, poderão permanecer designados até a divulgação dos resultados dos eventos citados no artigo anterior.
Parágrafo único - Imediatamente após a divulgação dos resultados, deverão ser cessadas as designações dos docentes que não lograram aprovação em qualquer uma das provas mencionadas nesta resolução.

Artigo 4º - Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogadas as disposições em contrário.

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Comentários

cida disse…
É um absurdo o que o governo está fazendo com o PC das escolas, para exercer a função de PC o professor passa por uma avaliação, tem PC que está fora da sala de aula a mais ou menos 12 anos
Como um professor fora a tanto tempo da sala pode ser avaliado desta forma e simplesmente descartado da função pq não passou na provinha?
O governo deveria pensar no esforço que o PC faz para manter a escola organizada e pedagogicamente
funcionando.
Pense governo na vergonha que é desvalorizar um ser tão importante para o bom andamento da UE.
Professora disse…
O PC é muito importante na escola e para a escola. Todos nós sabemos de sua importância. Porém um PC que não passa na "provinha" fica complicado trabalhar com o grupo de professores pois, certamente os que passaram farão comentários desagradáveis que para o PC ficará difícil o trabalho coletivo. Na educação é absolutamente impossível não fazer comparações. Dá a impressão que, quam não passa na "provinha" não tem competência suficiente para desenvolver um bom trabalho, uma vez que na prova é cobrado o conhecimento do educador, da realidade do professor/aluno e não pode ser diferente com o PC. Infelizmente é uma forma "democrática" que o governo encontrou para avaliar o "conhecimento" dos profissionais da educação. O segredo é: ESTUDAR!

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