domingo, 23 de setembro de 2018

Educação básica - Inep divulga dados sobre nível socioeconômico das escolas

O Indicador de Nível Socioeconômico das Escolas de Educação Básica (Inse) 2015 está disponível para consulta no Portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao Ministério da Educação. O Indicador permite contextualizar o desempenho das escolas nas avaliações e exames realizados pelo Instituto. As bases para a construção do Inse foram os microdados dos questionários contextuais dos participantes do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2015.

As questões utilizadas dizem respeito à renda familiar, à posse de bens e à contratação de serviços de empregados domésticos pela família dos estudantes, além do nível de escolaridade de seus pais ou responsáveis. No âmbito da escola, foram consideradas somente as que tinham dez ou mais alunos pertencentes ao universo de referência.

Para o cálculo do Inse, o Inep considerou os questionários de aproximadamente 3,8 milhões de estudantes que participaram, de forma censitária, do Saeb 2015. Além desses, foram considerados 71 mil questionários dos participantes que fizeram parte da amostra, utilizando os mesmos instrumentos e metodologia da avaliação censitária. As respostas dos estudantes das escolas e municípios que não tiveram resultados divulgados no Saeb 2015, por não se enquadrarem nos critérios, não foram utilizados para a composição do Indicador.

Da base do Enem 2015, foram considerados os questionários de 975 mil estudantes concluintes do ensino médio regular. O questionário contextual fornece informações a respeito do aluno e da sua família e seu preenchimento faz parte de uma das fases do processo de inscrição do Enem.

Indicador de Nível Socioeconômico das Escolas de Educação Básica (Inse) 2015

Microdados do Saeb 2015

Midrodados do Enem 2015

fonte: MEC

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Censo Escolar - Escolas devem retificar até 10 de outubro os dados declarados

O período de retificação do Censo Escolar 2018 vai até 10 de outubro. Após a publicação dos dados preliminares no Diário Oficial da União, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) concede o prazo de 30 dias para que as instituições de ensino possam conferir e, se necessário, retificar os dados declarados. Essa é a última oportunidade de alterações no Sistema Educacenso.

Devem fazer a retificação as escolas que não tenham conseguido declarar durante o período de coleta ou que necessitam corrigir informações. Além disso, escolas que não iniciaram a declaração do Censo também podem fazê-la. Os gestores escolares devem estar atentos a esse período, pois após o seu término não será mais possível alterar os dados declarados na Matrícula Inicial do Censo Escolar 2018.

Censo – Principal instrumento de coleta de informações da educação básica, o Censo Escolar é coordenado pelo Inep e realizado em regime de colaboração entre as secretarias estaduais e municipais de educação e com a participação de todas as escolas públicas e privadas do país, abrange as diferentes etapas e modalidades da educação básica: ensino regular; educação especial; educação de jovens e adultos (EJA), e educação profissional.

Dados preliminares do Censo Escolar 2018

fonte: MEC

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Encceja Nacional PPL tem provas nesta terça, 18, e quarta, 19

Nesta terça, 18, e na quarta, 19, será aplicado em todo o Brasil o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos para Pessoas Privadas de Liberdade e jovens sob medida socioeducativa que inclua privação de liberdade (Encceja Nacional PPL). A responsabilidade pela aplicação do exame é do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao MEC.

São 80.683 inscritos, sendo 71.115 do sistema prisional e 9.568 do sistema socioeducativo. As provas serão aplicadas em 1.041 unidades prisionais e 324 unidades socioeducativas de 701 municípios. Na mesma data, em nove estados, será feita a reaplicação do Encceja Nacional Regular para 65 participantes que foram afetados por questões logísticas nas provas realizadas em 5 de agosto.

Exame – Além de uma redação, o exame é dividido em quatro provas objetivas por nível de ensino, cada uma com 30 questões de múltipla escolha. A maioria dos inscritos, 47.457, tentará a certificação para o ensino fundamental, com exames nesta terça-feira, 18. As provas serão de ciências naturais; história e geografia; matemática; língua portuguesa, língua estrangeira moderna, artes e educação física.

Na quarta-feira, 19, será a vez das provas para certificação do ensino médio. Os 33.226 inscritos para essa etapa testarão conhecimentos nas disciplinas de ciências da natureza e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; linguagens e códigos e suas tecnologias e redação; e matemática e suas tecnologias.

Tanto para ensino fundamental quanto para ensino médio, as provas do Encceja Nacional PPL serão realizadas em dois turnos – no matutino, das 9h às 13h (horário de Brasília); no vespertino, das 15h às 20h. Os participantes precisam estar na sala com uma hora de antecedência. Antes de dar início às provas, todos responderão ao questionário socioeconômico.

Certificação – Poderá obter certificado o participante que atingir o mínimo de 100 pontos em cada uma das áreas de conhecimento e o mínimo de cinco pontos na prova de redação adicionalmente à nota mínima em língua portuguesa, língua estrangeira moderna, artes e educação física, no caso do ensino fundamental; e em linguagens e códigos e suas tecnologias, na modalidade ensino médio.

Os participantes podem obter dois documentos por meio do Encceja. O certificado de conclusão é para o estudante que obtiver a nota mínima exigida nas quatro provas objetivas e na redação. Já a declaração parcial de proficiência se destina ao candidato que atingir a nota mínima exigida em uma das quatro provas, ou em mais de uma, mas não em todas.

É possível conseguir o certificado de conclusão em uma única edição ou ao conquistar as declarações de proficiência das quatro áreas de conhecimento, em edições diferentes do Encceja. O Inep elabora, aplica e corrige as provas, sendo a certificação competência das secretarias estaduais de educação e dos institutos federais de educação, ciência e tecnologia que tiverem assinado termo de adesão ao Encceja com o Inep.

PPL – Esta modalidade do Encceja é destinada a pessoas submetidas a penas privativas de liberdade e jovens sob medida socioeducativa que inclua privação de liberdade. Cada unidade prisional e socioeducativa conta com um responsável pedagógico para representar os participantes na inscrição e certificação, bem como para repassar todas as informações necessárias aos inscritos.

É requisito do Encceja PPL ter, no mínimo, 15 anos de idade, no caso de quem busca a certificação do ensino fundamental; e 18 anos, para quem deseja se certificar no ensino médio. Na aplicação das provas, o Inep conta com a parceria do Ministério da Justiça, por meio do Departamento Penitenciário Nacional (Depen).

fonte: MEC

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

SÃO PAULO - Reorganização do Programa São Paulo Integral

Publicados no D.O. instrução normativa que reorienta o Programa na rede municipal e comunicado com procedimentos para adesão

Foi publicada no Diário Oficial de 12 de setembro a Instrução Normativa SME Nº 13, que reorienta o Programa “São Paulo Integral” nas Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEIs), de Ensino Fundamental (EMEFs), de Ensino Fundamental e Médio (EMEFMs), nas unidades de Educação Bilíngue para Surdos (EMEBS) e nos Centros Educacionais Unificados (CEUs) da Rede Municipal de Ensino.

Também foi publicado no Diário Oficial da mesma data o Comunicado Nº 858, que divulga os procedimentos para a adesão ao Programa “São Paulo Integral – 2019”.

Leia a íntegra das publicações clicando aqui e aqui.
 
FONTE: SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO

sábado, 15 de setembro de 2018

ENCCEJA - Brasileiros residentes no exterior realizam provas em 13 países

Brasileiros residentes no exterior, que não tiveram a oportunidade de concluir seus estudos em idade apropriada e se inscreveram para o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja Exterior regular), fazem provas neste domingo, 16. Bélgica (Bruxelas); Espanha (Barcelona e Madri); Estados Unidos (Boston, Nova Iorque e Miami); França (Paris); Guiana Francesa (Caiena); Holanda (Roterdã); Itália (Roma); Japão (Nagoia, Hamamatsu e Tóquio); Portugal (Lisboa); Reino Unido (Londres); Suíça (Genebra); e Suriname (Paramaribo) são os países e as cidades onde ocorrerão as provas.

Ao todo 1.452, participantes realizarão o Encceja. Haverá também aplicação do exame, no exterior, para as Pessoas Privados de Liberdade (PPL) ou que cumprem medidas socioeducativas, nas Unidades Prisionais da Guiana Francesa (Caiena), Japão (Tóquio) e Turquia (Istambul). 29 participantes farão as provas, que ocorrerão de 17 a 28 de setembro.

A aplicação do Encceja Exterior regular 2018 é realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e com as respectivas representações diplomáticas do Brasil nos locais de aplicação. Para o Encceja no exterior, a certificação é de responsabilidade do Instituto Federal de Brasília (IFB) e do Colégio Pedro II, do Rio de Janeiro, que firmaram Acordo de Cooperação Técnica com o Inep.

Aplicação no Exterior – O exame é composto por quatro provas objetivas por nível de ensino e uma redação. Cada prova tem 30 questões de múltipla escolha. No Ensino Fundamental, as áreas de conhecimento avaliadas são: Ciências Naturais; Matemática; Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes, Educação Física e Redação; e História e Geografia. No Ensino Médio, as áreas são: Ciências da Natureza e suas Tecnologias; Matemática e suas Tecnologias; Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, e Redação; e Ciências Humanas e suas Tecnologias.

Resultados – Os participantes poderão acessar os resultados mediante consulta ao portal de divulgação de resultados do exame, utilizando o CPF e a senha cadastrada no ato da inscrição. Cabe ao Inep enviar os Certificados e as Declarações de Proficiência dos participantes ao Ministério das Relações Exteriores (MRE), que os encaminhará às Embaixadas e aos Consulados-Gerais do Brasil de cada país que tiver a aplicação. O recomendado é que os inscritos que obtiverem nota suficiente à certificação retirem seus Certificados nas Embaixadas ou Consulados-Gerais do Brasil nos países onde realizaram as provas.

fonte: MEC

OBMEP Nìvel A 2018

OBMEP NÍVEL A 2018

A 1ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas – Nível A (OBMEP “Nível A” 2018) é uma realização da Associação Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), com apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM), do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e do Ministério da Educação (MEC).

OBJETIVOS

  • Estimular e promover o estudo da Matemática no Brasil;
  • Contribuir para a melhoria da qualidade da educação básica; possibilitando que o maior número de alunos brasileiros possa ter acesso a material didático de qualidade.
  • Promover a difusão da cultura matemática.
  • Identificar jovens talentos.
  • Incentivar o aperfeiçoamento dos professores das escolas públicas, contribuindo para a sua valorização profissional.
  • Promover a inclusão social por meio da difusão do conhecimento.
PÚBLICO-ALVO
  • Alunos de 4º e 5º ano do Ensino Fundamental regularmente matriculados em escolas públicas municipais, estaduais e federais brasileiras.
  • Alunos matriculados em outras modalidades, como EJA, estão aptos a participar desde que sua série escolar corresponda ao 4º e/ou 5º ano do Ensino Fundamental.
INSCRIÇÕES

As inscrições para participação dos alunos na OBMEP “Nível A” 2018 são gratuitas e deverão ser feitas em nome das escolas exclusivamente pelas Secretarias de Educação Municipais e Estaduais e pelos representantes das escolas federais.

Para inscrever uma escola a Secretaria ou representante de escola federal deverá acessar o link para preencher a ficha de inscrição, no período de 11 de setembro a 10 de outubro.

Todas as Secretarias de Educação e representantes de escolas federais receberão um e-mail com o link para realizarem as inscrições.

REGULAMENTO

CARTAZ DE DIVULGAÇÃO

COMO FUNCIONA



O IMPA é responsável por elaborar e disponibilizar o material de provas e de correção para as Secretarias de Educação e representantes das escolas federais para que possam distribuir para as escolas inscritas.

As Secretarias de Educação e os representantes das escolas federais são responsáveis por toda a logística de aplicação e correção das provas, bem como de qualquer eventual premiação que venham a definir.

A aplicação das provas é realizada nas próprias escolas em todo o Brasil no dia 30 de outubro.

AS PROVAS

As provas são realizadas em fase única e são compostas de 20 questões objetivas com 5 alternativas, sendo apenas uma correta.

ABORDAGEM

O conteúdo das provas segue os Parâmetros Curriculares Nacionais para alunos de 4º e 5º anos do Ensino Fundamental. A abordagem das questões traz as características de aplicação do raciocínio lógico e da criatividade já conhecidas da OBMEP.


CALENDÁRIO 2018
 
11 DE SETEMBRO
ABERTURA DAS INSCRIÇÕES
10 DE OUTUBRO
ENCERRAMENTO DAS INSCRIÇÕES
16 DE OUTUBRO
DISPONIBILIZAÇÃO DO MATERIAL DE PROVAS
30 DE OUTUBRO
REALIZAÇÃO DAS PROVAS
31 DE OUTUBRO
ABERTURA DO PREENCHIMENTO DO QUANTITATIVO DE ALUNOS PARTICIPANTES NO SITE
16 DE NOVEMBRO
ENCERRAMENTO DO PREENCHIMENTO DO QUANTITATIVO DE ALUNOS PARTICIPANTES NO SITE


FALE CONOSCO:

nivela@obmep.org.br

(21) 2529-5084
FONTE: OBMEP

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Inep divulga nova edição do relatório Panorama da Educação: Destaques do Education at a Glance

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou nesta terça-feira, 11, em seu Portal, a nova edição do Panorama da Educação, que traz os principais destaques do Brasil citados no relatório Education at a Glance (EaG), lançado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), também nesta data, em Paris. Este documento reúne dados brasileiros e de outros 40 países proporcionando uma visão geral dos sistemas educacionais com o objetivo de possibilitar a comparação internacional. Os dados nacionais que subsidiam o cálculo de indicadores são provenientes do Censo Escolar e Censo da Educação Superior, ambos promovidos pelo Inep.

Em 2018, o EAG traz como pano de fundo para os indicadores apresentados a temática da equidade. O estudo promove a análise de comparabilidade entre os países à luz de aspectos como impacto da aprendizagem, acesso à educação, recursos financeiros investidos na educação, professores, ambiente de aprendizagem e organização das escolas. No documento, a maioria dos dados educacionais apresentados têm base no ano de 2016 (para alguns países da OCDE, 2015) e os dados financeiros são relativos ao ano de 2015.

ALGUNS DESTAQUES DO EDUCATION AT A GLANCE 2018

Resultados educacionais e o impacto da aprendizagem – Na maioria dos países membros e parceiros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), entre os jovens de 25 a 34 anos de idade, a proporção daqueles sem o ensino médio concluído é maior para os homens do que para as mulheres. A disparidade de gênero é geralmente maior em países onde há grande parcela de jovens sem o ensino médio.

Por exemplo, a diferença de gênero é acima de cinco pontos percentuais em países como Argentina, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Dinamarca, Estônia, Islândia, Índia, Itália, Letônia, Portugal, África do Sul e Espanha. Nesses países, a porcentagem de jovens não concluintes do ensino médio é 15% acima da média dos países da OCDE. No Brasil, a proporção de jovens não concluintes de ensino médio é de 36%, sendo 41% para os homens e 32% para as mulheres.

Quanto ao ensino superior, o Brasil junto com Canadá, Alemanha, Rússia, Turquia e Estados Unidos são os países em que o percentual da população de 25 a 34 anos, com esse nível de escolaridade, é mais que o dobro quando se comparam as regiões subnacionais de maior e menor participação.

Acesso à educação, participação e progressão – No Brasil, o percentual da população que frequenta a escola, por idade, é de 85% entre os jovens de 16 anos; 74% entre os de 17 anos; 49% entre os de 18 anos; 42% entre os de 19 anos; e 35% entre os de 20 anos. Esses percentuais são baixos em comparação com os outros países, os quais apresentam, em sua maioria, percentuais superiores a 90% para a população de 16 e 17 anos. A média OCDE para a população de 18 anos é 76%; para a população de 19 anos, 64%; e, para a população de 20 anos, 56%.

Mesmo com o aumento da proporção de concluintes na educação profissional em relação ao ensino regular no ensino médio, ainda é mais expressiva, na maioria dos países, a quantidade de concluintes na modalidade regular. Em média, entre os países da OCDE, 42% dos formados no ensino médio são concluintes da educação profissional. No Brasil, os concluintes da educação profissional representam apenas 8% dos concluintes do ensino médio.

Recursos financeiros investidos na educação – Os gastos por aluno das instituições de ensino superior no Brasil, na Eslováquia, nos Estados Unidos, no Reino Unido e na Suécia representam mais de 50% do PIB per capita.

Professores, ambiente de aprendizagem e organização das escolas – Na maioria dos países membros e parceiros da OCDE, o tamanho médio das turmas não difere mais do que de dois alunos quando se comparam os tipos de instituição de ensino fundamental (público e privado). No entanto, em alguns países (incluindo Brasil, Colômbia, Federação Russa, Letônia, Polônia e República Tcheca), o tamanho médio da turma em escolas públicas ultrapassa em cinco alunos as escolas privadas. À exceção do Brasil e da Colômbia, o setor privado nos países mencionados é relativamente pequeno.

Entre os países com dados disponíveis, o Brasil segue em destaque com a maior proporção de alunos por professor nos programas regulares de ensino médio, com diferença de 13 estudantes por professor na média para os países membros e parceiros da OCDE. Em relação aos programas profissionais, a proporção brasileira é de 13 estudantes/professor, compatível com a média observada nos países da OCDE.

Education at a Glance – A publicação resulta da cooperação técnica entre países membros e parceiros no envio e discussão de informações estatísticas sobre os sistemas educacionais, contando com o INEP como representante do Brasil.

Além do Panorama, também estão disponíveis no portal da Autarquia a tradução e a versão original do documento em inglês Country Note, que é uma nota elaborada pela OCDE sobre o Brasil.

Acesse o relatório Education at a Glance 2018

Acesse o Panorama da Educação: Destaques do Education at a Glance 2018

Acesse o Country Note
 
FONTE: INEP