sexta-feira, 20 de abril de 2018

Censo Escolar da Educação Básica 2018


Censo Escolar da Educação Básica 2018

  • 12/04/2018 - Clique aqui para acessar a portaria nº 254, de 11/04/2018 - Cronograma
Educacenso
 
 
Em 2018, o período para coleta, digitação e exportação dos dados do Censo Escolar irá de 30 de maio a 31 de julho. Essa etapa é de responsabilidade dos diretores ou responsáveis pela escola, e dos gestores das redes de ensino. Após a divulgação dos dados preliminares no Diário Oficial da União (DOU), o sistema Educacenso será reaberto por mais 30 dias para conferência e correção das informações prestadas.

A previsão é que esse período ocorra durante o mês de setembro. Após essa fase, há momentos específicos para verificação dos dados pelos gestores das redes municipais e estaduais de ensino, além do período exclusivo para confirmação de matrículas duplicadas pelas escolas. Em 14 de dezembro, o Inep encaminhará os dados resultantes das correções e verificações do Censo Escolar 2018 ao Ministério da Educação para publicação final no DOU. A divulgação dos resultados definitivos e dos microdados ficou marcada para 31 de janeiro de 2019.

Censo Escolar – Principal instrumento de coleta de informações da educação básica, o Censo Escolar é o mais importante levantamento estatístico educacional brasileiro nessa área. Coordenado pelo Inep, é realizado em regime de colaboração entre as secretarias estaduais e municipais de educação e com a participação de todas as escolas públicas e privadas do país. O Censo Escolar abrange as diferentes etapas e modalidades da educação básica e profissional: ensino regular; educação especial; educação de jovens e adultos (EJA); educação profissional.

FONTE: INEP

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Inscrições para o Encceja Nacional 2018 abrem nesta segunda-feira, 16, e vão até 27 de abril

As inscrições para o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) começam nesta segunda-feira, 16, e vão até às 23h59 de 27 de abril (horário de Brasília). Entre 30 de abril e 4 de maio, serão recebidas as solicitações para atendimento por nome social. A aplicação do Encceja Nacional, em todas as unidades da federação, ocorrerá em 5 de agosto. Já o Encceja Exterior será em 16 de setembro. A divulgação dos resultados está prevista para o último trimestre de 2018.

As edições direcionadas a candidatos enquadrados na categoria PPL –adultos submetidos a penas privativas de liberdade e adolescentes sob medidas socioeducativas que incluam privação de liberdade – serão em setembro. O Encceja Exterior PPL terá as provas aplicadas entre 17 e 21, sendo o período compreendido entre 18 e 19 daquele mês destinado ao Encceja Nacional PPL.

A novidade do Encceja Nacional 2018 está relacionada à necessidade de justificar ausência. Gratuito, o exame teve uma taxa de ausência de 60% em 2017. Para evitar mais prejuízos aos cofres públicos, a partir de agora, o participante que não comparecer à aplicação das provas das áreas de conhecimento para as quais se inscreveu e não justificar sua ausência deverá ressarcir ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) o custo despendido, acrescido da correção do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), se tiver interesse em fazer o exame novamente. Quem faltar ao Encceja 2018 e quiser fazer o Encceja 2019, por exemplo, terá de justificar a ausência no sistema de inscrição do próximo ano para manutenção da gratuidade. Se a justificativa não for aprovada, o participante deverá ressarcir os cofres públicos para realizar o exame.

Objetivos – O Encceja é direcionado aos jovens e adultos que não tiveram a oportunidade de concluir seus estudos na idade apropriada para cada nível de ensino. A participação é voluntária e gratuita, mas existe uma idade mínima exigida. Quem visa à certificação de conclusão do ensino fundamental precisa ter 15 anos completos na data de realização do exame. Já os que pretendem a certificação de conclusão do ensino médio devem ter 18 anos completos.

Certificação X Declaração de proficiência – Os resultados individuais do Encceja permitem a emissão de dois documentos distintos: a certificação de conclusão de ensino fundamental ou do ensino médio, para o participante que conseguir a nota mínima exigida nas quatro provas objetivas e na redação; e a declaração parcial de proficiência, para o candidato que obtiver a nota mínima exigida em uma das quatro provas, ou em mais de uma, mas não em todas.

A inscrição e a realização das provas não garantem a certificação. Será certificado apenas o participante que atingir o mínimo de 100 pontos em cada uma das áreas de conhecimento do Encceja e que obtiver, adicionalmente, proficiência de pelo menos cinco pontos na prova de redação, no caso de língua portuguesa, língua estrangeira moderna, artes e educação física no ensino fundamental; e de linguagens e códigos e suas tecnologias no ensino médio.

Orientações – O Inep elabora, aplica e corrige as provas, mas a certificação é competência das secretarias estaduais de educação e dos institutos federais de educação, ciência e tecnologia que tiverem assinado termo de adesão ao Encceja com o Inep. Durante a inscrição, o participante precisa escolher a instituição certificadora na qual pretende solicitar a certificação ou a declaração parcial de proficiência.

Ao fazer a inscrição, o participante também precisa ficar atento à seleção das áreas de conhecimento. Quem visa ao certificado de conclusão do ensino fundamental ou do ensino médio precisa ter proficiência nas quatro áreas do conhecimento e na redação. O participante que já tem alguma declaração parcial de proficiência, obtida em edições passadas do Enem ou do próprio Encceja, fica liberado de fazer a prova da área na qual já tem proficiência comprovada. Quem não tem uma declaração parcial de proficiência deve escolher fazer todas as provas do nível de ensino para o qual busca a certificação.

Prova - O Encceja é composto por quatro provas objetivas por nível de ensino e uma redação. Cada prova tem 30 questões de múltipla. No ensino fundamental, as áreas de conhecimento avaliadas são ciências naturais; matemática; língua portuguesa, língua estrangeira moderna, artes, educação física e redação; e história e geografia. No ensino médio, as áreas são ciências da natureza e suas tecnologias; matemática e suas tecnologias; linguagens e códigos e suas tecnologias e redação; e ciências humanas e suas tecnologias

O Encceja Nacional é realizado em parceria com as 27 secretarias estaduais de educação – todas celebraram termo de parceria com o Inep. O Encceja Nacional PPL é uma parceria com o Ministério da Justiça, enquanto o Encceja Exterior e o Encceja Exterior PPL são viabilizados graças a uma parceria com o Ministério das Relações Exteriores.

fonte: MEC

terça-feira, 10 de abril de 2018

Encceja Exterior e PPL 2017 - Resultado

Clique aqui para acessar os resultados

Resultados do Encceja Exterior já estão disponíveis para consulta

Os resultados dos estudantes brasileiros que fizeram o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos fora do país (Encceja Exterior) 2017 já estão disponíveis na Página do Encceja Exterior. O Exame é direcionado às pessoas residentes no exterior e privadas de liberdade (PPL) que buscam obter o certificado de conclusão do Ensino Fundamental ou do Ensino Médio.

Quem realizou o exame no exterior deve acessar a página do participante, informando seu número de seu CPF e senha para visualização dos resultados. Já o resultado do Encceja PPL deve ser consultado pelos coordenadores pedagógicos de cada Unidade Prisional e socioeducativa e informado aos participantes privados de liberdade. O Ministério das Relações Exteriores (MRE) encaminhará os certificados e as declarações parciais de proficiência às embaixadas a aos Consulados-Gerais em cada país.

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília e o Colégio Pedro II do Rio de Janeiro são os responsáveis pela emissão dos documentos necessários para a certificação do Ensino Fundamental ou do Ensino Médio, dos aprovados de acordo com a pontuação mínima indicada pelo Inep. Quem deseja obter a certificação do Ensino Fundamental ou Médio pode utilizar os resultados obtidos em edições anteriores do Encceja Exterior, nos anos 2013, 2014, 2015 e 2016.

Em 2017, a edição do Encceja Exterior contou com 1.409 inscritos divididos nos países: Estados Unidos (Boston, Nova Iorque e Miami); Bélgica (Bruxelas); Guiana Francesa (Caiena); Portugal (Lisboa); Suíça (Genebra); Espanha (Madri); Reino Unido (Londres); França (Paris), Holanda (Amsterdã) e Japão (Nagóia, Hamamatsu e Ota).

O Encceja PPL teve provas aplicadas em dez penitenciárias e centros de imigração de Tóquio para 25 pessoas inscritas. O Exame foi aplicado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em parceria com o Ministério das Relações Exteriores, e com as respectivas representações diplomáticas do Brasil nos locais de aplicação.

FONTE: INEP

MINAS GERAIS - Concurso para EEB e PEB - Gabaritos

Gabaritos do Concurso Público para Especialista em Educação Básica e Professor de Educação Básica da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais - Edital SEE nº  07/2017, de 27/12/2017

CONFIRA


Gabaritos das provas do concurso da Educação já estão disponíveis Cadernos de provas também podem ser consultados no site da Fumarc

Os candidatos que prestaram o concurso da Educação realizado no último domingo (8/4) já podem consultar os gabaritos das provas objetivas no site da Fundação Mariana Resende Costa (Fumarc). Também estão sendo disponibilizados os cadernos de provas. Cerca de 178 mil pessoas se candidataram às 16.700 vagas ofertadas neste concurso, que foi aplicado em 45 municípios do Estado. São 16 mil para os cargos de Professor de Educação Básica de diversas disciplinas e 700 para Especialistas, todos para atuarem em escolas de rede estadual de ensino.

Para as vagas de Especialista, os servidores poderão atuar como orientadores educacionais, supervisores ou coordenadores pedagógicos para desempenhar funções fundamentais na organização da escola e no aprimoramento dos processos de ensino e aprendizagem. Já os cargos de Professor abrangem 12 disciplinas que compõem o currículo básico dos anos finais do Ensino Fundamental e de todo o Ensino Médio. Especificamente para esta carreira, as 16 mil vagas estão distribuídas entre 848 municípios mineiros, dentro do universo dos 852 que contam com escolas estaduais.

A segunda etapa do Concurso Público, de edital SEE nº 07/2017, será constituída por Avaliação de Títulos, de caráter apenas classificatório e facultativa.
FONTE: FUMARC e SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS

domingo, 8 de abril de 2018

SME São Paulo - SME produz Documento Orientador para Sondagem de Língua Portuguesa

Orientações aos docentes que atuam nos três primeiros anos do Ciclo de Alfabetização para a realização do diagnóstico da turma

A Secretaria Municipal de Educação (SME) disponibiliza para os educadores das Unidades Escolares com Ensino Fundamental I o Documento Orientador para Sondagem de Língua Portuguesa. O material foi produzido pela Divisão de Ensino Fundamental da Coordenadoria Pedagógica (COPED) e tem como objetivo auxiliar os docentes que atuam nos três primeiros anos do Ciclo de Alfabetização na realização do diagnóstico da turma.

O documento leva em consideração que a aplicação e a consolidação dos dados da sondagem são fatores importantes para a proposição de políticas públicas condizentes e efetivas. De acordo com a publicação, “mais do que gerar dados sistêmicos, observar os resultados dos estudantes nos testes aferidos possibilita intervenções nos processos de aprendizagem por parte dos professores”.

Assim, o documento apresenta procedimentos para aplicação da sondagem e da análise diagnóstica sobre dados da escrita e da leitura, além de orientação para a digitação dos dados no Sistema de Gestão Pedagógica (SGP).

Acesse o documento neste link

Orientador para Sondagem de Língua Portugesa


FONTE: SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO

sábado, 7 de abril de 2018

MEC apoia enfrentamento ao bullying e violência nas escolas

O bullying e a violência nas escolas tornaram-se grandes problemas, que pais, educadores, governos e toda a sociedade precisam enfrentar. O Ministério da Educação tem atuado para combater a prática e uma das formas é o Pacto Universitário pela Promoção do Respeito à Diversidade, da Cultura da Paz e dos Direitos Humanos. Este sábado, 7 de abril, é o Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência nas Escolas.

A data foi instituída em 2016, por meio da Lei nº 13.277. A escolha da data está relacionada à tragédia que ocorreu em 2011, quando um jovem de 24 anos invadiu a Escola Municipal Tasso de Oliveira, no bairro de Realengo, no Rio de Janeiro, e matou 11 crianças.

Também chamado de intimidação sistemática, é considerado bullying “todo ato de violência física ou psicológica, intencional e repetitivo que ocorre sem motivação evidente, praticado por indivíduo ou grupo, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidá-la ou agredi-la, causando dor e angústia à vítima, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas”, conforme definido pela Lei nº 13.185/2015, que instituiu o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying).

A gravidade da questão se confirma por meio de estudos recentes como Diagnóstico Participativo da Violência nas Escolas, realizado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO) em 2015, com apoio do MEC, que revelou que 69,7% dos estudantes declaram ter presenciado alguma situação de violência dentro da escola.

A preocupação com o fenômeno fez com que o termo bullying fosse incluído também na Pesquisa Nacional da Saúde do Escolar (PeNSE) de 2015. Nesse estudo, 7,4% dos estudantes informaram que já se sentiram ofendidos ou humilhados e 19,8% declararam que já praticaram alguma situação de intimidação, deboche ou ofensa contra algum de seus colegas.

Para combater o bullying, o MEC tem apoiado projetos de formação continuada para profissionais da educação (docentes e gestores) por meio do Pacto Universitário de Educação em Direitos Humanos. O Pacto é uma iniciativa conjunta do MEC e do Ministério da Justiça e Cidadania para a promoção da educação em direitos humanos no ensino superior.

Aberto à adesão das instituições de educação superior e de entidades apoiadoras, o objetivo do Pacto é superar a violência, o preconceito e a discriminação, e promover atividades educativas de promoção e defesa dos direitos humanos nas instituições.

Iniciativas – Um dos projetos que integram o Pacto é o Aprendendo a Conviver: estratégias para o enfrentamento da violência nas escolas, desenvolvido pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) com apoio do MEC. Esse projeto atende a 370 professores de 114 escolas do estado. O objetivo é capacitar os educadores e gestores para que reconheçam e adotem estratégias eficazes de prevenção e encaminhamento das situações de bullying.

Outro projeto que também é apoiado pelo MEC é o Ser diferente, Ser Igual, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que vai capacitar 250 profissionais da educação básica de Macaé, Duque de Caxias, Nova Friburgo, Nova Iguaçu e Rio de Janeiro na temática do bullying, violência, preconceito e discriminação nas escolas.

O projeto desenvolve a troca de saberes entre educadores para que reconheçam e adotem estratégias criativas para o encaminhamento das múltiplas formas de violência, preconceito e discriminação no ambiente escolar. A proposta foca o fortalecimento da cidadania de quem vive na área de alcance da escola, no intuito de prevenir e combater o bullying, a violência, o preconceito e a discriminação.
 
FONTE: MEC

quinta-feira, 5 de abril de 2018

MINAS GERAIS - Plataforma online para o Fortalecimento da Coordenação Pedagógica

A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE) lança, nesta quinta-feira (5), por meio do portal da Escola de Formação e Desenvolvimento Profissional de Educadores, a página online voltada para o Fortalecimento da Coordenação Pedagógica e dedicada aos Especialistas de Educação Básica (EEB) da rede estadual de ensino.

A proposta, além de promover a formação dos profissionais, também é de dar visibilidade para aquilo que é destaque na função da Coordenação Pedagógica e para as boas experiências que acontecem nas escolas. No site da Escola de Formação, clicando na barra superior de navegação em “Portal Especialistas”, o educador encontra um menu com seis áreas principais:

Na aba “Em Foco”, estão as temáticas prioritárias de acompanhamento do EEB em cada bimestre, reforçando a importância do papel deste profissional na escola.

Nas abas “Sala de Leitura” e “Educação à Distância” serão publicados conteúdos ligados a essas temáticas prioritárias de forma a complementar a formação dos profissionais.

Em “Fórum”, os educadores participam de discussões e debates sobre questões importantes do processo pedagógico.

A aba “Coletivo de Educadores”, foi criada com o objetivo de fomentar e dar visibilidade a ações de destaque nas escolas e permitir a troca de ideias e experiências entre os especialistas, com a publicação de práticas inspiradoras na condução do processo pedagógico - experiências registradas por meio de vídeos.

Entre outros importantes conteúdos que constam no portal, está a opção “Destaques Institucionais”, que apresenta as principais ações pedagógicas que a Secretaria de Educação promove para implementação nas escolas.

Além do apoio de Subsecretarias, Superintendências, Coordenações e Diretorias da SEE, as equipes de cada Superintendência Regional de Ensino (SRE) também cumprem papel importante para reforçar o que é disponibilizado pela Escola de Formação no portal.

Para acessar todo o conteúdo exclusivo para especialistas no portal, os educadores precisam se cadastrar na opção “Perfil” e, para isso, é preciso ter o e-mail institucional (nome.sobrenome@educacao.mg.gov.br), que pode ser disponibilizado pelo Núcleo de Tecnologia Educacional das Superintendências Regionais de Ensino (NTE/SREs), caso o servidor ainda não o possua.
 
FONTE: SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS